Rio Letes
| |
Autor: Samir Ceccilio
O Letes é rio mitológico, imaginário.É nome poético, se esquecermos os seus apelidos: dos Mortos e do Inferno.
Corria nos Campos Elísios, que ninguém sabe onde eram, mas estranhamente sabe-se que numa de suas extremidades, talvez no Egito na versão mitológica ou, versão moderna, é palácio em Paris ou bairro em São Paulo.
Para a região do Letes, uma paródia do Paraíso, iam os justos depois de mortos: um prêmio, evidentemente, pelos bons serviços prestados à comunidade; as águas milagrosas tinham uma propriedade especial: quem delas bebesse esquecia o passado. Esse era o prêmio. Vale aqui um lembrete: o rio é peco à memória dos povos há centenas de anos; surdir
A de livros e rebrotará em sítio outro?
Lembram-me, o Letes e os campos Elísios da mitologia antiga, a atual Palestina; para lá não vão os mortos, têm ido “vivos” e poderosos, mas nenhum justo: usurpam terras, dinamitam casas, arrasam vinhedos, expulsam populações para fazer da terra trampolim do diabo, sob chancela e bombas americanas; e querem com o dinheiro da agiotagem internacional transformar a parte de terras áridas em jardim. E o adubo, a química? sangue, músculos e suor dos usurpados; a técnica não é novidade, inédita: já foi usada contra o México, o Vietnam, o Panamá, a pequenina Granada, e em países de África e Ásia, e está sendo usada debaixo de nossos sovacos na Colômbia e no Paraguai.
Poderia incluir outros felizardos, o Iraque verbi gratia, e a nossa vizinha Argentina, amputada de seu apêndice, as Malvinas.
Vale aqui um outro lembrete: quase toda guerra tem dedo colonialista, semeia a dissensão entre vizinhos e povos irmãos, ou para pilhar a riqueza de seus territórios, e ou o controle de rotas estratégicas.
Penso que a Colômbia não seja a vítima declarada dos americanos, contumazes usuários do ópio; os ianques não estão se lixando com o tráfico de drogas, estão é de olho gordo no petróleo da Venezuela (quinto maior produtor) no caso de perder o gerenciamento do mesmo no Oriente Médio; a Colômbia será tão somente um campo logístico de futuras operações bélicas com fins econômicos.
Essa parece ser também a recente presença americana no infeliz Paraguai.
Sabe-se que a Amazônia (Brasil e países equatoriais) faz parte desse plano diabólico: o bem-estar dos ianques em primeiro lugar; os nossos irmãos nordestinos, a esbulhada Palestina e a infelicitada Colômbia, - enfim, o terceiro mundo -, se lixem e continuem a beber um xarope chamado coca, a viver em cafuas e a sobreviver do lixo de outras nações.
Uma vergonha!
Hoje Israel, uma imposição dos poderosos e erro das Nações Unidas, é uma realidade irreversível no mapa físico do mundo atual.
A ONU tem a obrigação moral de implementar as suas Resoluções para o contexto Israel/ Palestina, se é que o estados Unidos e Inglaterra o permitam.
E depois é rezar para que o Jordão se transforme no Letes mitológico e suas águas a todos façam esquecer as suas ambições e os seus ódios.
Corria nos Campos Elísios, que ninguém sabe onde eram, mas estranhamente sabe-se que numa de suas extremidades, talvez no Egito na versão mitológica ou, versão moderna, é palácio em Paris ou bairro em São Paulo.
Para a região do Letes, uma paródia do Paraíso, iam os justos depois de mortos: um prêmio, evidentemente, pelos bons serviços prestados à comunidade; as águas milagrosas tinham uma propriedade especial: quem delas bebesse esquecia o passado. Esse era o prêmio. Vale aqui um lembrete: o rio é peco à memória dos povos há centenas de anos; surdir
Lembram-me, o Letes e os campos Elísios da mitologia antiga, a atual Palestina; para lá não vão os mortos, têm ido “vivos” e poderosos, mas nenhum justo: usurpam terras, dinamitam casas, arrasam vinhedos, expulsam populações para fazer da terra trampolim do diabo, sob chancela e bombas americanas; e querem com o dinheiro da agiotagem internacional transformar a parte de terras áridas em jardim. E o adubo, a química? sangue, músculos e suor dos usurpados; a técnica não é novidade, inédita: já foi usada contra o México, o Vietnam, o Panamá, a pequenina Granada, e em países de África e Ásia, e está sendo usada debaixo de nossos sovacos na Colômbia e no Paraguai.
Poderia incluir outros felizardos, o Iraque verbi gratia, e a nossa vizinha Argentina, amputada de seu apêndice, as Malvinas.
Vale aqui um outro lembrete: quase toda guerra tem dedo colonialista, semeia a dissensão entre vizinhos e povos irmãos, ou para pilhar a riqueza de seus territórios, e ou o controle de rotas estratégicas.
Penso que a Colômbia não seja a vítima declarada dos americanos, contumazes usuários do ópio; os ianques não estão se lixando com o tráfico de drogas, estão é de olho gordo no petróleo da Venezuela (quinto maior produtor) no caso de perder o gerenciamento do mesmo no Oriente Médio; a Colômbia será tão somente um campo logístico de futuras operações bélicas com fins econômicos.
Essa parece ser também a recente presença americana no infeliz Paraguai.
Sabe-se que a Amazônia (Brasil e países equatoriais) faz parte desse plano diabólico: o bem-estar dos ianques em primeiro lugar; os nossos irmãos nordestinos, a esbulhada Palestina e a infelicitada Colômbia, - enfim, o terceiro mundo -, se lixem e continuem a beber um xarope chamado coca, a viver em cafuas e a sobreviver do lixo de outras nações.
Uma vergonha!
Hoje Israel, uma imposição dos poderosos e erro das Nações Unidas, é uma realidade irreversível no mapa físico do mundo atual.
A ONU tem a obrigação moral de implementar as suas Resoluções para o contexto Israel/ Palestina, se é que o estados Unidos e Inglaterra o permitam.
E depois é rezar para que o Jordão se transforme no Letes mitológico e suas águas a todos façam esquecer as suas ambições e os seus ódios.
