Centenário da Presença das Irmãs Missionárias Franciscanas no Brasil
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Autor: Carlos Alberto Cerchi
rEm 1900 a população do Brasil era de 14.318.556 habitantes dos quais 64% viviam no campo. Minas Gerais ainda era um grande vazio demográfico. O Triângulo Mineiro ligado aos grandes centros urbanos pela ferrovia, numa estimativa grosseira, não chegava a 400 mil habitantes. Uberlândia hoje por exemplo tem 615.000 habitantes.
Sacramento às portas do nordeste paulista seria o primeiro município mineiro a dar prolongamento a “onda verde” que acompanhou a ferrovia ao transpor o Rio Grande na expansão das lavouras cafeeiras.
Sacramento, embora pacata e provinciana, entraria definitivamente para a modernidade com a implantação do saneamento básico, a eletricidade e a construção de uma linha de bondes ligando a cidade à sua estação ferroviária no cipó, a 14 km do perímetro urbano, de exuberante paisagem agreste por onde passava o ramal Ribeirão Preto-Araguari, da Cia Mogiana.
Evidentemente, dificuldades várias, fazem dessa historia um capítulo singular de luta por auto afirmação característica das cidades saídas do anonimato, pela dedicação de sua gente.
Neste cenário de busca e de construção coletiva nasce uma obra religiosa, missionária e educacional que desperta o sentimento cristão para pinçar na História a sua gênese dentre tantos feitos notáveis e heróicos, da trajetória social, política e religiosa de Sacramento. Referimos ao Colégio Sagrado Coração de Jesus das Irmãs Missionárias do Egito fundado em 1907. É importante ressaltar que Sacramento possuía uma trajetória educacional pelo menos uma década antes.
O Colégio Miranda seria o pioneiro na educação em Sacramento, fundado em 1889 como escola particular com o objetivo de atender alunos do sexo masculino com duas modalidades pedagógicas de regime interno e externo, conforme notícias publicadas no jornal “Cidade de Sacramento” da época. Seu diretor, de memória respeitabilíssima, era o prof. João Derwil de Miranda. Este colégio permaneceria em funcionamento até 1905. nesse período, a profa. Ana Gonçalves Borges cria o “Collégio Nossa Senhora do Patrocínio”, dedicado a educação feminina que encerrou suas atividades antes de 1905, ano em que falecera sua diretora e fundadora conhecida por Sinhana Borges. Ainda na primeira década do século XX surgiriam duas escolas, ligadas a figura do prof. Euripedes Barsanulfo: O “Lyceu Sacramentano” em 1902 e o “Collégio Allan Kardec” em janeiro de 1907, este implantando a escola mista de orientação pestaloziana. O poder público favorece diretamente a maioria das escolas contemplando verbas no seu orçamento anual.
A Paróquia de Sacramento completaria, no ano de 1907, meio século de existência, dos quais o Vigário Manoel Rodrigues da Paixão exerceu está função por mais de 42 anos. Criada pela Lei Provincial nº 804, de 3 de julho de 1857 pertencia a Prelazia de Goiás como as demais Paróquias do Triângulo Mineiro.
O jovem Pe. Pedro Ludovico Santa Cruz dirigia a Paróquia como Vigário encomendado desde a morte do Vigário Paixão, em 04 de abril de 1904. O Reverendo Pe Pedro com o apoio decidido e a iniciativa formal do Bispo de Goiás, residindo em Uberaba, Dom Eduardo Duarte da Silva patrocinaram a vida de uma congregação missionária para fundar em Sacramento um colégio para meninas. Os contactos foram feitos em Roma numa das viagens de Dom Eduardo à Europa. A solicitação feita à superiora geral da Ordem das Irmãs Franciscanas Missionárias do Egito, Revma Madre Maria Colomba Viola (primeira sucessora da Beata Madre Catarina Troiani fundadora da irmandade) foi levada em consideração com resposta positiva ao pleito do bispo Dom Eduardo. Os preparativos são feitos no inicio de 1907. Sacramento receberia as primeiras missionárias, tornando seara para o testemunho do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, “através de uma vida simples, laboriosa, alegre, alimentada pela oração e sacrifícios generosos era o objetivo das pioneiras. E com a Benção do então Ministro Geral da OFM, e Dionísio Schuler, foram enviadas cinco irmãos para o inicio da missão: Me Maria Germana Gagliano da Cruz, Ir. Maria Helena Mariani, Ir. Maria Gennarina Bazzi, Ir. Maria de Jesus, Ir. Maria Tarcisia Perego. Deixariam a Pátria e parentes, ricas de fé sulcaram o vasto oceano, rumando para o ignoto, o distante Brasil”, para Sacramento.
As Filhas de Cataria Troiani no Brasil
Em 16 de junho de 1907, chegam ao Porto de Santos-SP, cinco religiosas italianas, onde eram esperadas pelo Rvmo Bispo Dom Eduardo da Silva. A emoção da chegada, quem poderia descrever? Os ideais de São Francisco de Assis, alimentados pelo sacrifico e pela oração estavam materializados nos olhares das missionárias franciscanas do Egito, pioneiras na América Latina.
Dirigiram-se para Sacramento pela ferrovia, subindo, inicialmente a Serra de Santos, até São Paulo. Acompanhadas pelo Pe Augusto Amorim seguiram para Minas Gerais pelos trilhos da Cia Mogiana de Estradas de Ferro no movimentado ramal do nordeste paulista: Campinas, Ribeirão Preto, Franca, adentrando o Triângulo Mineiro pela majestosa ponte de Jaguara sobre o Rio Grande, três dias de viagem. Desembarcaram na Estação de Capim Branco (atual Guaxima) na época município de Sacramento. Cavalgaram mais de três horas para chegar ao porto definitivo. Bom ânimo e esperança superavam o cansaço e a apreensão das irmãs em terras estranhas com obstáculos do idioma, do clima tropical inclemente com a indumentária religiosa e com a pobreza inicial onde tudo precisava ser feito. O primeiro alojamento providenciado pelo Vigário Pedro Ludovico Santa Cruz era uma modesta casa sem forro, de janelas simples ao estilo dos menos afortunados do lugar.
Para iniciar o trabalho pedagógico a que se propunham as irmãs deveriam aprender o português, tarefa que não impediu a imediata organização do Colégio Sagrado Coração de Jesus com matriculas abertas a comunidade.
Em 10 de setembro de 1907 a escola passa a funcionar próxima a Igreja Matriz. Atualmente corresponde ao prédio existente entre a rua Clemente Araújo e a rua São Pedro, antes da Praça Homilton Wilson onde as referidas ruas confluem, no limite entre os bairros da Matriz e Sto Antonio.
Eventualmente poderia, no decorrer do trabalho educacional, surgirem vocações religiosas, como, mais tarde ocorreu com os desdobramentos da Ordem em outras cidades brasileiras. De Sacramento seria ordenada a Irmã Severiana da família Mendes. Em 1908 o colégio se encontra funcionando normalmente. A irmã Maria Germana Gagliano mantém, como superiora, intensa correspondência com a ordem e os familiares fazendo os relatos necessários para os anais da congregação.
Provavelmente de uma visita pastoral do Bispo Dom Eduardo a Sacramento é trazido um fotógrafo que registra a única foto existente conhecida das cinco primeiras irmãs. A foto de M. Martins em 10 de junho de 1908 registra em pose solene mestras e alunos do “Collégio Sagrado Coração de Jesus”. As jovens Irmãs aprenderam com facilidade a língua portuguesa. A Fé e o Amor as impeliam a corajosos empreendimentos, sempre estimuladas pela fervorosa Ir. Maria Gennaria Bazzi. A cavalo, percorriam as estradas, em sítios e fazendas, sem perder oportunidade de praticar obras de caridade cristã, e recolher donativos para as diversas necessidades. Com isto, conquistaram também a estima e a confiança das famílias. Duas e mais vezes ao ano preparavam jovens (rapazes e moças) para a Primeira Eucaristia. Assumiram as obras paróquias, os cantos, as procissões pelas ruas da cidade. E o povo se gloriava de ser “puros religiosos”, as festas eram estrondosas, não faltando a banda de música, foguetes, rojões e fogos de artifício. As irmãs Franciscanas Missionárias do Egito cumpriam com zelo e sacrifício o seu apostolado, escondidas naquela rica terra do imenso Brasil.
A missão em Uberlândia Outros lugares convidavam as Irmãs à abertura de novas casas, mesmo o Bispo de Uberaba Dom Eduardo Duarte Silva Convidou-as a abrir uma nova casa, ainda em sua Diocese, em Uberabinha, atual cidade de Uberlândia.*
Na obra citada de Amir S. Jacob é transcrita a notícia do Jornal “A Bonança” edição nº 11 de 07 de dezembro de 1911 que resumidamente mostra o valor social do Colégio, a forma de avaliação dos alunos e a sua contribuição para a educação e a cultura das jovens alunas: “COLLÉGIO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
Neste acreditado estabelecimetno de instruccão primária e secundária, proficientemente dirigido pelas Exmas. Irmãs Franciscanas, tiveram logar, desde o dia 13 até 15 do mez p. findo, os exames do anno lectivo.
Fizeram parte da banca examinadora os srs. Dr. Antônio Augusto da Silva Netto, Cel. Antonio Goulart e o professor Vaz de Mello.
Os alumnos, depois de bem argüidos nas diversas disciplinas do curso, mostraram excellente aproveitamento, o que mais uma vez attesta a competência de tão carinhosas preceptoras. Concluídos os exames as exforçadas educadoras levaram a scena o drama em 3 actos intitulado “Maldição de uma Mãe”, cujo desempenho mui agradou à platéa, que era numerosa.
As diversas senhoritas que fizeram parte do referido drama, desempenharam com muita fidelidade os papéis que lhes foram confiados, recebendo, então, justos aplausos, aos quaes ajuntamos os nossos. Após o drama seguiu-se a distribuição de prêmios, sendo convidado para reparti-los às alumnas o distinto e probo cidadão Cel. José Affonso de Almeida.
Além deste apreciado festival com que as irmãs solemnisaram os exames de seu instituto, algumas alumnas, nos intervallos, toacaram ao piano escolhidos trechos de música.
Finalizando esta rápida notícia, enviamos parabéns às Exmas Irmãs pelo lisonjeiro resultado que suas alumnas obtiveram”
A missão de Sacramento havia atingido certa estabilidade: escola funcionando regularmente, alunas interna, projeto de melhorar e ampliar a casa. Mas sucede a grande prova de fogo na medonha noite de 16 de fevereiro de 1913. um terrível incêndio, em pouco tempo, destruiu tudo: salas de entrada, dormitório, cozinha, dispensa, refeitório, a querida capela com todos os pertences (por sorte Me. Maria Germana conseguiu retirar o Ssmo Sacramento), toda roupa e objetos da Irmãs, que ficaram somente com a roupa que vestiam e descalças. Tudo foi... livros de oração, correspondência e até a pequena e suada economia que tinham. Despojadas de tudo, bem podiam dizer “Meu Deus e meu tudo!”. Apesar de tudo, consideravam-se felizes porque Irmãs e Educandas saíram ilesas.
Um país jovem, um futuro promissor irradiava tanta esperança. Tinham projetos maiores e boas perspectivas para educação e evangelização com vasto campo. Contudo essa obra custou às irmãs sacrifícios e lágrimas.
A superiora Ir. M. Germana assim o descreve: “Na noite de 16 de fevereiro de 1913, dormindo, ouço gritos: Madre! Fogo! Jesus me deu muita força. As irmãs choravam, as meninas gritavam. Mantive a calma. Ao toque do sino muita gente veio, e, arriscando a própria vida, conseguiram salvar as meninas, a nós e uma grande parte da casa, isto é, o dormitório das meninas e as salas de aula. A parte as Irmãs ficou completamente destruída, quase nada se salvou. O nosso refúgio foi uma pequena casa adquirida em 1912... oh! Como Deus nos protege! Quem me impeliu a comprar essa casa? Como Ele tem os seus desígnios...”
Após esse acontecimento, algumas irmãs desejavam retornar à Pátria, outras resistiam, dizendo: “a messe é grande e poucos os operários”. Não obstante, estavam dispostas a continuar em terras brasileiras, esperando que depois de tantas lutas o bom Deus fizesse ressurgir, para sua maior glória, a missão das Franciscanas Missionárias do Egito. De todos os lados chegavam convites para a abertura de escolas, de obras assistenciais e de hospitais. Entre tantos outros convites, o do Vigário de Jardinópolis, Estado de São Paulo. Em 17 de fevereiro de 1914, o Colégio Sagrado Coração de Jesus, de Sacramento, foi transferido para Jardinópolis SP, onde as Irmãs construíram um grande colégio para alunas internas e externas. Assumiram também a administração do hospital, dando continuidade a missão das irmãs Franciscanas Missionárias do Coração Imaculado de Maria, em terras brasileiras.
Apóstolas, corajosas, mulheres de tempera forte, se lançaram com a força da fé, abrindo caminhos, levantando tendas, lançando raízes e semeado o bem por este Brasil afora. A história centenária da missão das filhas de Catarina Troiani no Brasil, por si mesma, fala da coragem com que essas missionárias assumiram o projeto de Deus, em favor do nosso povo e da coragem e fidelidade que legaram àquelas que as sucederam.
As filhas de Catarina Troiani em Amparo
A convite dos Frades Franciscanos do convento de São Benedito, na pessoa de seu superior Frei Agnelio Topheide, ofm, em junho de 1926 chegaram em Amparo as nossas primeiras irmãs. Eram quatro religiosas italianas que traziam no coração um grande ardor missionário e a antiga denominação de Franciscanas Missionárias do Egito. Mediante prévio contrato com a direção do Hospital Ana Cintra, onde foram recebidas, imediatamente assumiram suas atribuições na administração, na enfermagem e nos demais setores de trabalho. Por 48 anos as Irmãs serviram o povo amparense na área da saúde. Em 1928, graças ao empenho do dinâmico e fervoroso Frei Agnelo e com a ajuda generosa do povo, foi possível inaugurar a casa de formação das Irmãs, o Noviciado São Francisco que se tornou também, a Sede da Província, constituída nesse mesmo ano. Centenas de jovens, num contínuo suceder de gerações, aqui fizeram sua formação, tornaram-se religiosas, e, como missionárias, foram enviadas por este Brasil afora a serviço do povo e da Igreja. Em 1934, as Irmãs assumiram a Direção do Lar dos Velhinhos de Amparo. Até hoje elas continuam servindo e confortando com dedicação e amor os queridos velhinhos.
Que Deus seja glorificado e amado por todo o bem que nossas irmãs realizaram e continuarão realizando nesta querida cidade e por toda a amada Terra de Santa Cruz.
De Amparo para a imensidão do Brasil
Amparo tornaria, a partir da casa de formação e sede provincial do noviciado, o centro irradiador da Missão Franciscana no Brasil, o quadro a seguir abaixo mostra de maneira resumida a ordem cronológica do desempenho missionário ao longo de um século de existência. Sementes do evangelho espalhadas na seara a exigira admiração e respeito pela impossibilidade de relatar esta saga que tem desdobramentos em cada lugar em cada missão: “Ide e pregai o evangelho a toda criatura...”
Ao desembarcarem no Porto de Santos em 16 de junho de 1907 as Irmãs Franciscanas não poderiam imaginar a dimensão da obra Franciscana na América Latina, especialmente no Brasil. O Egito foi a meta de Deus para Catarinade Troiani. No Cairo o instituto nasceu em 1859 e se espalhou para o mundo nas pegadas do Evangelho e nas promessas bíblicas à semelhança do que Deus fez com o Patriarca Abrahão no antigo Testamento. “Sai da tua terra e vai...”
Em fevereiro de 2006 o Vigário de Sacramento Pe Levi Fidélis Marques sugeriu as irmãs Ruth Noemi Carneiro e Maria Valéria Luiz Gonçalves o retorno as origens promovendo três momentos de evangelização cumpridos na Semana Santa de 2006 com o trabalho missionário de 10 irmãs vindas de Amparo nos bairros da cidade. Os bairros Santa Cruz, Cajuru e João XXIII acolheram Ir. Fátima, Ir Aparecida Sampaio e Ir. Aline e aspirantes Ir Cristiane, Ir. M. Goreti, Ir. Zélia, Ir. Ruth, Ir Ida, Ir. Valéria e Ir. Marisa. Na semana da Padroeira Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento. Ir. Cristiane, Ir. Alaides, Ir. Patrícia, Ir. Aline e as aspirantes Ir. Fátima, Ir. Valéria, Ir. Conceição, Ir. Florinda, Ir. Angélica e as Postulantes Ir. Tereza Maria, Ir. Adelisia, Ir. Laura, acolhidas pelo Pároco Pe. Levi e os bairros Perpétuo Socorro, Santo Antonio, São Brás, São Geraldo e Divino Espírito Santo. Nos dois momentos mais de 2.500 casas foram visitadas incluindo escolas e associações. Nas celebrações litúrgicas celebraram os frutos do evangelho com fechamento das missões na Festa da Padroeira na Igreja Matriz. Momentos ricos em expressão devocional a Maria Santíssima.
Finalmente no terceiro momento outro grupo de missionárias chegaram em Sacramento no dia 10 de junho de 2006 para a última etapa nos bairros do Rosário, Matriz e Nossa Senhora da Abadia. Ir. Luciana, Ir. Teresa Maria, Ir. Ruth, Ir. Cristina, Ir. Aline aspirante Valéria, juntamente com a comunidade culminaram o trabalho com novenas e participação na celebração eucarística no feriado de Corpus Christi.
Missa da Abertura do Centenário
Vale a pena “Fatigar-nos”!!! Com o coração radiante de alegria, chegamos ao momento culminante proposto pela província, parafraseando M. Maria Catarina, “Em tudo redei graças ao Senhor”. Como um momento de jubilo, deu-se o inicio à Celebração Eucarística, rememorando os feitos das nossas cinco primeiras irmãos que nos legaram a sementes da missão em terras brasileiras.
Homenageamos de forma especial o Sr. Sebastião Olinto Scalon e a Sra. Alzira Chaer representado pela sua filha Maria do Carmo, pois tiveram contato direto com nossas cinco primeiras irmãs.
Por motivo de saúde, o Bispo Dom Aluisio Roque não pode comparecer, porém enviou saudações e a benção, e delegou o Pe. Levi Fidélis Marques para presidir a cerimônia, o qual demonstrou sua atenção para conosco solenizando a celebração, falando com propriedade de nossa história. “Como gratidão do povo sacramentano, fomos homenageadas pelo Presidente da Câmara (Bruno Scalon Cordeiro), e pelo Sr. Prefeito Joaquim Rosa Pinheiro, que nos dirigiram palavras de encorajamento para prosseguirmos a nossa bela missão de levarmos a Palavra a todos os povos. “
Esta reportagem não termina porque a obra de Catarina Troiani continua no ciclo estabelecido pelo mistério que envolve a vocação religiosa atribuída como o Dom de Deus. Fica o convite para a missa de encerramento do centenário e o começo do exercício da vocação para o qual o leigo também é chamado.
Bibliografia
Memória da Arquidiocese de Uberaba - Coordenação Pe Thomás de Aquino Prata; ed. Fundação Cultural de Uberaba, Museu de Arte Sacra-1987
Euripedes Barsanulpho sob a Luz da História - Amir Salomão Jacob. Editora Universidade Católica de Goias. Goiania 2006
Jornal “Além Mar” FMCIM - Província de São Francisco de Assis - nº 06 - abril, maio e junho de 2006 - Amparo-SP
Jornal “Além Mar”FMCIM - Província de São Francisco de Assis - Edição Comemorativa n.º 07 - Dez 2006- Amparo-SP
Memória Fotográfica de Sacramento. Carlos Alberto Cerchi. Edição do autor. 2004 - Fonte da histórica fotografia das irmãs missionárias do Egito de 1907
Apostila História da Província de São Francisco de Assis - Amparo SP-2006
Fotos do centenário gentilmente didas epelo Jornal O Estado do Triangulo. 2006
