Carlos Alberto Cerchi
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Sacramento 187 anos: pouco para comemorar, muito para refletir
“A administração pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade.” Artigo 37 da Constituição Federal
Catarina Troiani
Antecedentes
Com o nome primitivo de Irmãs Franciscanas Missionárias do Egito esta congregação nasceu sob a inspiração de Madre Maria Catarina Troiani, nascida em Giuliano de ROMA – Itália em 19 de janeiro de 1813, levada a pia batismal recebeu o nome de Constância Domênica Antônia Troiani. Precocemente dedicou-se a oração e à busca de sua vocação corajosa.
Centenário da Presença das Irmãs Missionárias Franciscanas no Brasil
Aviação no interior
A revista Destaque In procura relacionar suas matérias com a realidade local de Sacramento e região. Na edição anterior a reportagem “Centenário do Vôo do 14 Bis” mostra o pioneirismo do brasileiro na aviação. Anteriormente, nos primeiros números da revista ed. nº 37 jan/fev 2001, registramos a ilustre presença de Santos Dumont na Gruta dos Palhares em Sacramento, tendo inclusive hospedado no Hotel do Comércio em 23 de junho de 1931 um ano antes da sua morte ocorrida em 23 de julho de 1932.
Prof. Cacildo Manzan é Cidadão Joaquinense
O professor de Redação e Língua Portuguesa Cacildo Manzan recebeu da Câmara Municipal de São Joaquim da Barra o título de cidadão honorário da cidade pelos relevantes serviços prestados à Educação. Sensível homenagem foi prestada à sua mãe Oralda Manzan na sessão solene que reuniu autoridades, familiares e alunos de Cacildo.
Paradoxo e Democracia
“Daí a constatação óbvia de que o Jornalismo independente significa permamente incômodo, sempre enfrentando atritos com quem manipula a informação, esteja esse manipulador no governo ou na oposição. Quando o poder e a imprensa se dão muito bem, o leitor se dá mal”
Gilberto Dimenstein in Armadilhas do poder - 1990
Albert Sabin - Benfeitor da Humanidade
O desenvolvimento da vacina oral contra a poliomielite tornou mundialmente famoso o médico e microbiologista americano Dr. Albert Bruce Sabin, que realizou também relevantes estudos sobre viroses humanas, toxoplasmose e câncer. Sua luta contra as enfermidades do homem começou quando ainda cursava a faculdade de medicina e no trabalho duro em um hospital em Nova Iorque na busca de diagnóstico da pneumonia, na época uma doença mortal e tão grave quanto outras mais recentes que ainda desafiam a capacidade dos cientistas.
Resistir: utopia possível
Qualidade de Vida e Vocação Turística
Desprezo pela Cidade
Cooperativismo Para Tudo e Para Todos
Abordadem sobre o livro de Antonio Menezes
Na Inglaterra, na época da Revolução Industrial (1750 a 1830 aprox.), existiam muitas fábricas cheias de operários carregados de problemas e necessidades, pois enquanto as fábricas prosperavam, os operários viviam quase na miséria: muitas horas de trabalho, salário muito baixo, desemprego, fome, etc. E então, em meio a todos estes problemas, alguns operários resolveram se reunir para procurar uma solução e sentiram que só através da Cooperação poderiam sobreviver à crise. Através da União de 28 tecelões (operários), é criado um pequeno armazém cooperativo de consumo: a "Sociedade dos Eqüitativos Pioneiros de Rochdale".
E aí foi lançada a semente do Cooperativismo, em Rochdale, 1844.
Na 2ª parte do livro "Cooperativa de Crédito, o que é e quais seus Benefícios", o autor descreve o cooperativismo de modo geral fala da sua identidade, da sua definição dos valores, dos princípios.
Nesse capítulo trata-se também dos ramos do cooperativismo, ou seja, agropecuário, de crédito, educacional, produção, transporte, saúde, etc.
Refere-se ainda aos precursores, pioneiros, como Benjamim Jordam, David Brook's, Benjamim Rudmam, entre outros que fundaram, na Inglaterra em 1844 a sociedade dos probos pioneiros da Rochdale. Vários deles eram cartistas, o cartismo foi um movimento de protesto quase revolucionário na Grã-Bretanha entre 1836 a 1850. Os primeiros passos do cooperativismo de crédito ocorreram na esteira das idéias plantadas em Rochdale. O exemplo de Cooperativismo da Alemanha destaca com Luiz Hermam Schlze que estudou com os membros da comunidade formas de solução dos problemas que afligiam as pessoas. Schlze tinha em mente a educação dos cooperandos para uma sociedade mais solidária.
O exemplo da Itália é de Luigi Luzzati que deu seu nome as cooperativas do modelo Luzzati. Para ele e seus companheiros, o Cooperativismo deveria ser instrumento transformador da sociedade decadente. Hoje, vendo o andar da carruagem, é possível acrescentar à educação cooperativista ministrada por Luzzati mais as seguintes palavras: Cooperativa não admite “passa-moleque”; não se pode brincar com a boa-fé das pessoas. Luzzati trabalhou incansavelmente pela constituição de cooperativas de consumo, de produção, de seguros e de trabalho. Em 1909, o Banco do Povo de Milão era uma das maiores instituições bancárias da Itália, com setenta diretores não-remunerados e 100 escriturários assalariados. Eram 25.000 os membros, cerca de 2 milhões de dólares o capital e 32 milhões de dólares a poupança.
O autor do livro ainda cita o Canadá de Alphonse Desjardins que em 1901 abriu em Loevis no Quebec a primeira cooperativa de crédito. Desjardins inspirava-se na incícrica Rerum Novarum do Papa Leão XIII e nas exortações de Pio X, defensores de instituições que estimulassem a poupança e sua utilização pelas classes menos favorecidas. Poderíamos ainda referir-se aos Estados Unidos que adotou o sistema cooperativista entre 1921 a 1945. No Brasil o exemplo do padre Theodor Amistad no Rio Grande do Sul com a caixa de economia e empréstimos. Amistad, a exemplo dos católicos no Rio de Janeiro que trouxeram de Roma um modelo de cooperativa para assalariados.
Na realidade o cooperativismo de crédito no Brasil conseguiu forças após a constituição de 1988.
Cooperativa de Crédito - Conceito e objetivos
Uma cooperativa de crédito não é um negócio financeiro ordinário, buscando enriquecer seus membros às expensas do público em geral. Nem é uma empresa de empréstimos, buscando fazer lucro às expensas dos infortunados. A cooperativa de crédito não é nada desse tipo; é a expressão no campo da economia de um ideal social elevado.
O livro de Antônio Menezes trata da história da moeda e do crédito, do surgimento dos bancos, desde a antiguidade mencionando os babilônicos e fenícios como precursores da idéia. Passa pela idade média, pela Revolução Industrial na Inglaterra vindo até nossa época. O padre Theodor Amstad, para cá trouxe as experiências Raiffeisen e Luzzati de sua terra (Suíça). Há sempre uma data que marca a história essa data do cooperativismo cristão é 19/10/1902 que originou a 1ª cooperativa de crédito do Brasil e da América Latina a caixa de Economia e Empréstimos Amstad, existente até hoje. Surgiram então outras cooperativas à partir dessa experiência bem sucedida no Rio Grande do Sul.
Depois dos anos 1920, o ramo Crédito não progrediu tanto Mas lá pelos anos 1930-1940 recobrou forças, mais na linha do modelo italiano Luzzati, desta feita trazido por um grupo de católicos do Rio de Janeiro que fora a Roma participar de um Congresso Mariano. Este modelo voltava-se preferentemente para os assalariados e pequenos empresários, um cooperativismo de feição nitidamente popular feição dos então chamadods bancos populares. Há registro de as cooperativas desse gênero terem chegado a somar 1.200 unidades até os anos 50. Mas a caminhada não prosseguiu, talvez porque a gestão fosse confiada a aventureiros, um risco insensato, os aventureiros não têm compromisso com ninguém nem com as boas idéias. E aventureiros há em toda parte.
Finalmente, como se representasse nova tentativa de soerguer o cooperativismo de crédito, o modelo Credit Union americano, inspirado em Desjardins, aportou por aqui no final da década de 1950, ainda sob a influência da Igreja Católica. Sua implantação, digamos assim, coube ao idealismo e trabalho infatigável de uma mulher. Ela tinha o pleno apoio do então bispo auxiliar do Rio de Janeiro, dom Hélder Câmara, que oferecia o Palácio São Joaquim para a articulação de iniciativas que favorecessem o povo. Maria Thereza Rosália Teixeira Mendes é o nome dessa admirável senhora, tratada por Terezita. Ela conferiu ao empreendimento cooperativo de crédito mútuo, uma profunda visão de solidariedade, nas pegadas de Dom Helder.
No Brasil o livro menciona o crescimento econômico a partir dos anos 50 com as suas mazelas, concentração de renda. Cerca de 30% dos municípios não tinham agência bancária, com muito espaço para a agiotagem. A falta de acesso a bancos pelo imensa maioria dos produtores rurais é outro fator inibidor do cooperativismo. O livro cita ainda os modelos Cresol e Luzzati como precursores e mostra o desenvolvimento da cooperativa de crédito a partir da constituição de 1988 até os nossos dias com os seus apelos para a necessidade de conscientização e participação de cooperado como condição para o seu sucesso. Nos anos 90, quando a OCB ( Organização das Cooperativas do Brasil) criou o conselho especializado de crédito que traçou uma nova engenharia para conferir maior vigor junto a autoridades, governos e de maneira muito especial o Banco Central no sentido de conquistar a abertura que ora chegou. A criação das centrais com o seu papel controlador e fiscalizado, veio aprimorar o sistema cooperativista.
A criação dos bancos cooperativos; o Bancoob com sede em Brasília e o Bansicred no Sul em Porto Alegre, respectivamente nos anos 1977 e 1996 no governo anterior fortaleceu a idéia cooperativista com criação da marca Sicoob. Com a criação da marca nacional do cooperativismo de crédito e do sistema de informação Sisbr que interliga em rede "on line" as cooperativas filiadas ao Bancoob melhorou o atendimento. De maneira enfática o livro revela as conquistas de instrumentos criados pelas centrais como fundo garantidor de depósitos o fortalecimento das auditorias e a profissionalização do controle interno, mostrando que o cooperativismo de crédito está se preparando para enfrentar o mercado que ora se abre.
Outra frase importante do livro diz: "Não se assegura a democracia política sem democracia econômica". Nesse aspecto destaca-se a necessidade de eficiência e credibilidade. A nossa cooperativa de crédito em Sacramento é um exemplo disso, não fosse ela eficiente, não teríamos conquistado a credibilidade que desfruta.
Sobre os órgãos de representação, o autor enfatiza que as centrais cooperativas podem proporcionar ganhos de escala, reduzir custos e fortalecer estratégias de mercado pela união de projetos de forças. A OCB Organização das Cooperativas do Brasil, cabe representar o cooperativismo do nosso país em todas as instâncias assim como a OCEMG representa o Estado de Minas Gerais.
O livro ressalta ainda o mérito que teve o presidente Luís Inácio Lula da Silva e o seu ministro da Agricultura e Abastecimento, Roberto Rodrigues na ampliação atual das conquistas do cooperativismo de crédito, conquistas que traduzem uma nova regulamentação das cooperativas possibilitando-as atuarem com mais desenvoltura no mercado financeiro. A cooperativa de crédito veio para atender milhões de brasileiros que não possuem sequer conta bancária.
Este é o grande mérito do cooperativismo de crédito. Necessário se faz fortalecer os princípios que norteiam esta filosofia.
No livro "A Cruzada" do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, revela a história da luta da democracia econômica na América do Norte de 1921 a 1945. Narra a história expansionista das cooperativas de crédito na América do Norte e registra a saga dos heróis em favor da idéia da cooperativa de crédito.
O Cooperativismo veio para ficar, história de rara beleza e que traz lições profundas para o tempo presente de conceitos legados e na concretização de um projeto pouco comum e que contém medidas contra o capitalismo concentrador e a falta de democracia econômica. Um movimento forte em favor do desenvolvimento social e econômico das pessoas. Fator consolidado nos últimos 20 anos evidentemente após o obscurantismo do regime militar implantado entre 1964 e 1985.
Estamos vivendo um tempo novo favorável. O próprio Governo proclamou várias vezes e publicamente seu desejo de ver o crédito cooperativo mais difundido e praticado, especialmente no seio das populações mais carentes e entre os pequenos empresários, da cidade e do campo. Então é arregaçar as mangas.
Ditadura Nunca Mais
Lima Duarte e o Desemboque
"Ali...
Onde brotam as águas cristalinas
No cascalho virgem do córrego do Rolim
Sob as pedras redondinhas que escondem
A palha de arroz, o marumbé, a ferragem bonita...
Prelúdio de uma riqueza"
Dr. Amir Lança Livro sobre Eurípedes Barsanulpho
O escritor sacramentano Dr. Amir Salomão Jacob, lançou mais um livro nesta sexta feira dia 03 de fevereiro de 2006. A obra de cunho histórico retrata a personalidade do médium espírita Euripedes Barsanulfo como cidadão e homem público. A noite de autógrafos foi realizada na Casa da Cultura Sérgio Pacheco com a presença de intelectuais, familiares e amigos do autor que o homenagearam através dos oradores Dr. Bruno Scalon Cordeiro, Presidente da Câmara, Gil Barreto , Diretor da Editora da Universidade de Goiás, Virgínia Dolabela, do departamento de Cultura da Prefeitura, que enalteceram o valor histórico e literário da obra lançada.
Serra da Canastra nas Lentes de Nédio
Imprensa e Responsabilidade
Informe Histórico
Um cortejo de esperanças e ilusões se instala em todos os espíritos no início do século XX. A República, proclamada em 15 de novembro de 1889 abriu perspectivas para um país livre da Escravidão e da Guerra do Paraguai na virada do século. Uma onda de modernidade atinge o Rio de Janeiro, então capital do Brasil. A população reluta e vai para as ruas protestar contra a vacina obrigatória, e outras medidas de saneamento impostas pelo despotismo iluminado dos governantes.
Sacramento Chega Mais Perto da Universidade
Tradicional Calvalgada do dia 1º de Maio
Histórico da Câmara Municipal de Sacramento
Aberto o Período Eleitoral
Apenas dois candidatos disputam a prefeitura local. Wesley De Santi de Melo (Vice, Celso Bizinoto de Almeida) pelo PMDB e Joaquim Rosa Pinheiro (Vice, Dr. Pedro Teodoro ) pelo PFL. Ambos promoveram coligação com os demais partidos da cidade, todos com candidatos à Câmara Municipal com um total de 81 postulantes às nove vagas, finalmente estabelecidas para o Legislativo como determinou inicialmente o Tribunal Superior Eleitoral, reduzindo de 13 para 9 cadeiras.
Bandeira de Sacramento
Todos instituídos pela Lei Municipal nº 29 de 8 de outubro de 1971 e regulamentada por dois decretos assinados pelo então Prefeito Municipal Dr. José Alberto Bernardes Borges sob os números 141 de 22 de outubro de 1980 e nº 118 de 20 de agosto de 1990 que trata especificamente da Bandeira em dois artigos que estabelecem suas medidas, cores e significados conforme segue:
Meio Ambiente em Sacramento
"Casa dos Flores" é Destruída
No mês de dezembro de 2004 mais uma edificação de grande significado histórico e arquitetônico de Sacramento foi derrubada.
Tribunal Devolve Relatórios à Câmara
Depois de concluir o trabalho de auditoria nas contas do Poder Executivo 2001-2004, a empresa Libertas Auditores e Consultoria de Belo Horizonte, contratada pela Câmara Municipal, teve a recusa do Tribunal de Contas em receber os seus relatórios.
Joaquim Assume a Prefeitura de Sacramento Novamente
Pela terceira vez o empresário Joaquim Rosa Pinheiro do PFL assume o Poder Executivo da cidade. A primeira vez foi como vice-prefeito no mandato do Dr. José Alberto Bernardes Borges de 1989 a 1992 e como prefeito eleito de 1993 a 1996. Em 2000 tentou a reeleição sem obter êxito, retornando ao poder nas eleições de outubro próximo passado.
Espíritas Comemoram 200 Anos do Nascimento de Allan Kardec
PFL Vence as Eleições em Sacramento
Serra do Cipó Continua Sendo Desmatada
Continua a depredação ambiental na ribanceira do Ribeirão Rifaina, na região dos Palhares, imediações de uma das maiores grutas de arenito da América Latina considerada patrimônio paisagístico de Minas Gerais.
