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 <title>Destaque In - Raul de Melo Filho</title>
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 <description>Raul de Melo Filho</description>
 <language>pt_BR</language>
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 <title>Piracanjuba</title>
 <link>http://destaquein.sacrahome.net/node/600</link>
 <description>&lt;p&gt;As piracanjubas s&amp;atilde;o peixes da família &amp;ldquo;Characidae&amp;rdquo;, pertencem a sub-familia &amp;ldquo;Briconinae&amp;rdquo; e s&amp;atilde;o denominadas cientificamente &amp;ldquo;Brycon orbignyanus&amp;rdquo; (Valencianes, 1849). É considerado o salm&amp;atilde;o dos rios brasileiros, o nome tem origem tupi-guarani que significa, peixe de ossos amarelos.&lt;/p&gt;</description>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/102">Cultura</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/7">Ecologia</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/99">Ecologia</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/171">Número 80 - Ano XIV - março/ abril 2008</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/31">Raul de Melo Filho</category>
 <pubDate>Mon, 17 May 2010 09:29:38 -0300</pubDate>
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 <title>Represa do Estreito &quot;A beleza e o mapa da destruição&quot;</title>
 <link>http://destaquein.sacrahome.net/node/549</link>
 <description>A belíssima represa do Estreito está localizada no Rio Grande, na divisa de Minas com S&amp;atilde;o Paulo, entre os municípios de Sacramento (margem mineira) e do Estreito e Franca (margem paulista). Está abaixo da barragem da UHE de Peixoto, e acima do reservatório da UHE de Jaguara. Seu barramento tem altura máxima de 92m, foi concluída no ano de 1968. Possui área de reservatório de 4.653 (ha) e tem pot&amp;ecirc;ncia instalada final de 1.050 mega watts. Ver o histórico encarte especial da Revista Destaque In, o vale e a bacia do Rio Grande, passado e presente, edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;ordm;. 46 de julho/agosto de 2002, de autoria conjunta dos brilhantes cientistas Manuel Pereira de Godoy (de saudosa memória) e do escritor sacramentano Prof.&amp;ordm; Carlos Alberto Cerchi.</description>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/7">Ecologia</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/99">Ecologia</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/142">Número 75 - Ano XIII - Maio / Jun 2007</category>
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 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/106">Região</category>
 <pubDate>Tue, 23 Mar 2010 14:50:10 -0300</pubDate>
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 <title>Trairâo &quot; O peixe do norte e o &quot;Fundo do Poço&quot;</title>
 <link>http://destaquein.sacrahome.net/node/469</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;node/466&quot;&gt;&lt;img src=&quot;image/view/466/thumbnail&quot; align=&quot;right&quot; alt=&quot;Trairão&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os trair&amp;otilde;es s&amp;atilde;o peixes originários das bacias Amaz&amp;ocirc;nica, Araguaia e Tocantins, foram introduzidos pelo homem nos principais rios e represas de todo o país, ou simplesmente fugiram dos cativeiros (pequenas represas), que desaguavam nos rios que se romperam de maneira desastrada. O traíra pertence a família &amp;ldquo;Erythrinidae&amp;rdquo;, fazem parte do g&amp;ecirc;nero &amp;ldquo;hoplias gill&amp;rdquo;, e s&amp;atilde;o denominadas cientificamente &amp;ldquo;Hoplias lacerdae&amp;rdquo;(Ribeiro, 1908), Trair&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;S&amp;atilde;o peixes de grande porte podendo facilmente passar de 80cm, e pesar mais de 15 kg. Tem colora&amp;ccedil;&amp;atilde;o predominantemente preta. Os trairores s&amp;atilde;o peixes com escamas, possuem hábito alimentar carnívoro, isto é, alimentam-se de peixes, insetos, larvas, anfíbios, répteis, pequenas aves e até ratos. Seu recorde mundial de captura homologado é de 10,25kg fisgado no lago Israel, no Rio Xingu, Brasil, no dia 15 de julho de 2002, pelo multi recordista mundial Capit&amp;atilde;o Kadu Magalh&amp;atilde;es. No Rio Grande pela press&amp;atilde;o exercida pela pesca predatória, é praticamente impossível capturar espécimes com mais de 5kg.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;br /&gt;Os trair&amp;otilde;es s&amp;atilde;o peixes muito agressivos, s&amp;atilde;o pouco seletivos na escolha das iscas, com sua voracidade atacam tudo que se move, é insistente no ataque, podendo escapar durante a captura, e mesmo assim votar a atacar a mesma isca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser capturado tanto com iscas naturais quanto com iscas artificiais, onde mostra toda sua for&amp;ccedil;a, e grande esportividade, fazendo a alegria dos pescadores esportivos. S&amp;atilde;o peixes com desova parcial (várias desovas por ano), com prolifera&amp;ccedil;&amp;atilde;o alta. Eventualmente s&amp;atilde;o encontrados nas lagoas marginais cuidando dos filhotes, mas preferem os locais mais fundos, e com um pouco de corredeira. Possuem denti&amp;ccedil;&amp;atilde;o ponteaguda e apar&amp;ecirc;ncia desagradável. Isto causa medo nos pescadores. Cuidados no seu manuseio s&amp;atilde;o necessários onde acidentes s&amp;atilde;o comuns, pois possui mordida fortíssima.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;br /&gt;Os trair&amp;otilde;es s&amp;atilde;o muito admirados, apesar de possuírem muitos &amp;ldquo;espinhos&amp;rdquo;, s&amp;atilde;o muito apreciados na culinária, seu filé é delicioso, está entre os melhores que existem, o que faz elevar sua popularidade entre os pescadores. Pode ser criado em cativeiro com sucesso e custo baixo, pois é um peixe rústico, precoce e com excelente ganho de peso.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;br /&gt;É um peixe exótico no Rio Grande, foi introduzido nas represas do Sudeste de maneira desastrada e, com a apreens&amp;atilde;o dos biólogos, pois sua reprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desenvolvimento e exist&amp;ecirc;ncia ainda s&amp;atilde;o pouco conhecidos da ci&amp;ecirc;ncia. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;br /&gt;Por sua esportividade e voracidade se tornaram presas fáceis de pescadores inescrupulosos, e s&amp;atilde;o exterminados por sua apar&amp;ecirc;ncia, ou simplesmente pela crueldade e selvageria de alguns.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;br /&gt;A ONG World Wildlife Found, WWF, divulgou recentemente um importante estudo sobre os rios brasileiros. Segundo este estudo somente quatro rios brasileiros de grande porte ainda correm livremente da nascente &amp;agrave; foz, ou seja, de onde nascem até onde deságuam. Os quatro rios estudados s&amp;atilde;o Araguaia, Paraguai, Xingu e Madeira. Aliás, s&amp;atilde;o rios de grande import&amp;acirc;ncia turística e piscosidade, onde foram quebrados vários recordes mundiais de captura de peixes. De acordo com o estudo estes rios que ainda correm livres est&amp;atilde;o gravemente amea&amp;ccedil;ados e expostos &amp;agrave; incerteza de projetos de desenvolvimento, e principalmente pela má gest&amp;atilde;o do homem. Seus ecossistemas podem sofrer danos irreversíveis com a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de usinas hidrelétricas, ou outras interfer&amp;ecirc;ncias humanas.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;br /&gt;Especialmente no rio Madeira, rio dos Tucunarés gigantes (Acuo), &lt;a href=&quot;node/468&quot;&gt;&lt;img src=&quot;image/view/468/thumbnail&quot; align=&quot;right&quot; alt=&quot;Raul de Melho Filho&quot; /&gt;&lt;/a&gt; afluente do rio Amazonas, existem projetos de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de duas usinas hidrelétricas no rio Madeira, &amp;ldquo;Jirau&amp;rdquo; e &amp;ldquo;Santo Antonio&amp;rdquo;. A constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o das usinas é citada no estatuto da WWf como a maior e mais terrível amea&amp;ccedil;a a biodiversidade do rio Madeira. Os impactos negativos seriam estendidos até a ramifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal do rio Amazonas, e modificaria a geomorfologia das áreas alagadas até os estuários, destruindo toda vida no rio.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;br /&gt;Na nossa regi&amp;atilde;o sabemos muito bem o que isso significa. Ensinava o brilhante cientista e professor Manuel Pereira de Godoy, maior autoridade em biologia de peixes no país, de saudosa memória &amp;ldquo;quando se fecham as comportas de uma represa num rio que antes corria livremente, primeiro morrem os pequenos vegetais, depois as plantas maiores v&amp;atilde;o para o fundo das mesmas, produzem o gás metano, altamente tóxico e letal para a maioria dos peixes, aves e animais&amp;rdquo;, (a libera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do gás metano é um dos principais causadores do aquecimento global). &lt;/p&gt;</description>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/7">Ecologia</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/122">Número 71 -Ano XII - Set/ Out 2006</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/31">Raul de Melo Filho</category>
 <pubDate>Thu, 11 Jan 2007 15:15:12 -0200</pubDate>
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 <title>Corvina de Água Doce: a corvina e o ritual da devastação</title>
 <link>http://destaquein.sacrahome.net/node/407</link>
 <description>&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;node/402&quot;&gt;&lt;img src=&quot;image/view/402/thumbnail&quot; align=&quot;right&quot; alt=&quot;Corvina&quot; /&gt;&lt;/a&gt;As corvinas de água doce s&amp;atilde;o peixes oriundos das Bacias Amaz&amp;ocirc;nica, Araguaia e Tocantins, pertencem a família &amp;quot;Sciaenidae&amp;quot; e s&amp;atilde;o denominadas cientificamente &amp;quot;plagiocion squamosissimus&amp;quot;. As corvinas s&amp;atilde;o peixes de porte mediano podendo alcan&amp;ccedil;ar mais de 60 cm e pesar em torno de 5 kg de peso. S&amp;atilde;o peixes com escamas e tem colora&amp;ccedil;&amp;atilde;o prata azulada. S&amp;atilde;o predadores terríveis, tem hábito alimentar piscívoro carnívoro, isto é, alimentam-se de pequenos peixes, camar&amp;otilde;es de água doce, crustáceo, insetos, larvas e etc.</description>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/7">Ecologia</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/112">Número 69 -Ano XII - Mai / Jun 2006</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/31">Raul de Melo Filho</category>
 <pubDate>Wed, 08 Nov 2006 00:40:57 -0200</pubDate>
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 <title>Traíra, o peixe genuinamente brasileiro</title>
 <link>http://destaquein.sacrahome.net/node/314</link>
 <description>&lt;a href=&quot;node/300&quot;&gt;&lt;img src=&quot;image/view/300/thumbnail&quot; align=&quot;right&quot; alt=&quot;Traíra&quot; /&gt;&lt;/a&gt;As traíras s&amp;atilde;o peixes de origem pré-histórica, da família &amp;ldquo;Erythrinidae&amp;rdquo;, que pertencem ao g&amp;ecirc;nero &amp;ldquo;Hopliasgill&amp;rdquo;, e s&amp;atilde;o denominadas cientificamente como &amp;ldquo;Hoplías malabacicus malabaricus (BLOCH, 1794) lobó, traira&amp;rdquo; .</description>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/7">Ecologia</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/92">Número 66 -Ano XI - Nov / Dez 2005</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/31">Raul de Melo Filho</category>
 <pubDate>Tue, 07 Feb 2006 16:22:37 -0200</pubDate>
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 <title>Piau Três Pintas - o pequeno astro e o lixo</title>
 <link>http://destaquein.sacrahome.net/node/250</link>
 <description>&lt;a href=&quot;node/232&quot;&gt;&lt;img src=&quot;image/view/232/thumbnail&quot; align=&quot;right&quot; alt=&quot;piau Três Pintas&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Os Piaus Tr&amp;ecirc;s pintas s&amp;atilde;o peixes da família &amp;ldquo;Anastomidae&amp;rdquo; que pertencem ao g&amp;ecirc;nero &amp;ldquo;Leporinus Spix&amp;rdquo;, e s&amp;atilde;o denominados cientificamente como &amp;ldquo;Leporinus Friderici&amp;rdquo; (Bloch, 1829). S&amp;atilde;o denominados Piaus Tr&amp;ecirc;s Pintas, por possuírem tr&amp;ecirc;s manchas negras circulares sobre a linha longitudinal lateral (sensitiva), do corpo de cor prateada clara.</description>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/7">Ecologia</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/82">Número 64 -Ano XI - Jul / Ago 2005</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/31">Raul de Melo Filho</category>
 <pubDate>Thu, 27 Oct 2005 21:49:39 -0200</pubDate>
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 <title>Jaú, O Gigante do Rio Grande</title>
 <link>http://destaquein.sacrahome.net/node/218</link>
 <description>&lt;a href=&quot;node/217&quot;&gt;&lt;img src=&quot;image/view/217/thumbnail&quot; align=&quot;right&quot; alt=&quot;Jaú&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Os jaús s&amp;atilde;o peixes da família Pimelodidade, que fazem parte da sub-família Surubimane, e que pertencem ao g&amp;ecirc;nero Paulicea Lhering, denominados cientificamente Paulicea Luetkeni (Steindachner, 1875).</description>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/7">Ecologia</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/6">História</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/77">Número 63 -Ano XI - Mai / Jun 2005</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/31">Raul de Melo Filho</category>
 <pubDate>Thu, 11 Aug 2005 19:02:56 -0300</pubDate>
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 <title>Tucunaré: Herói ou Vilão?</title>
 <link>http://destaquein.sacrahome.net/node/131</link>
 <description>&lt;a href=&quot;node/130&quot;&gt;&lt;img src=&quot;image/view/130/thumbnail&quot; align=&quot;right&quot; alt=&quot;Tucunaré&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Os tucunarés s&amp;atilde;o peixes da família Cichilidae,
genericamente identificados como Cicha SP. S&amp;atilde;o peixes com escamas, e
hábito alimentar piscívoros, isto é, alimentam-se de outros peixes.</description>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/7">Ecologia</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/44">Número 57 -Ano X - Mai / Jun 2004</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/31">Raul de Melo Filho</category>
 <pubDate>Fri, 22 Apr 2005 21:53:09 -0300</pubDate>
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 <title>Dourado - O Rei do Rio</title>
 <link>http://destaquein.sacrahome.net/node/56</link>
 <description>&lt;a href=&quot;node/55&quot;&gt;&lt;img src=&quot;image/view/55/thumbnail&quot; align=&quot;right&quot; alt=&quot;Dourado&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Os dourados s&amp;atilde;o peixes da família Characidae, que
pertencem a sub-família Salminae, que contém um único g&amp;ecirc;nero, Salminus
SSP. S&amp;atilde;o exclusivos da América do Sul, e est&amp;atilde;o divididos em quatro
espécies:</description>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/7">Ecologia</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/28">Número 59 -Ano X - Set / Out 2004</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/31">Raul de Melo Filho</category>
 <pubDate>Sat, 16 Apr 2005 16:44:34 -0300</pubDate>
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 <title>Tilápia - A Rainha da Piscicultura</title>
 <link>http://destaquein.sacrahome.net/node/18</link>
 <description>&lt;a href=&quot;node/17&quot;&gt;&lt;img src=&quot;image/view/17/thumbnail&quot; align=&quot;right&quot; alt=&quot;Tilapia&quot; /&gt;&lt;/a&gt;As Tilápias s&amp;atilde;o peixes de origem africana, e est&amp;atilde;o
distribuídas em tr&amp;ecirc;s g&amp;ecirc;neros: o Oreochromis, Sarotherodon e Tilápia,
que por sua vez, englobam mais de cem espécies. &lt;br /&gt;&lt;p&gt;Esses peixes
tem sua origem documentada na história há milhares de anos e hoje est&amp;atilde;o
disseminados no mundo inteiro. Quem ainda n&amp;atilde;o ouviu falar ou pescou
tilápias?&lt;/p&gt;</description>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/7">Ecologia</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/3">Número 61 -Ano XI - Jan / Fev 2005</category>
 <category domain="http://destaquein.sacrahome.net/taxonomy/term/31">Raul de Melo Filho</category>
 <pubDate>Thu, 21 Apr 2005 22:01:04 -0300</pubDate>
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