História
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Música e afeto na familia de imigração italiana
Reflexões motivadas por texto utilizado em prova de conhecimentos básicos da UNB, e originalmente publicado em Destaque IN e Espaço Acadêmico
O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (CESPE) é o órgão que realiza o vestibular da Universidade de Brasília, assim como diversos concursos públicos em todo o país. Além do vestibular, há uma outra forma de ingresso nos curso de graduação da Universidade de Brasília: trata-se da "transferência facultativa", por seleção de universitários provenientes de qualquer Instituição de Ensino Superior, nacional ou estrangeira.
Alice Scalon: uma rainha nunca perde a majestade
Sacramento sempre foi e sempre será um ponto da beleza feminina. Lugar onde se promovem grandes bailes e festas. Em 1969 aconteceu um certame para a escolha da Miss Sacramento. Toda cidade se lembra e cultua a memória da garota que ficou conhecida como “A boneca de Sacramento”. Essas revelações ocorreram em outubro daquele ano. O agente cultural e Tabelião Fozo R. Maluf, com todo dinamismo presidiu e fez a organização dos festejos preparatórios para a comemoração do sesquicentenário da Independência do Brasil, realizados em 1972.
Catarina Troiani
Antecedentes
Com o nome primitivo de Irmãs Franciscanas Missionárias do Egito esta congregação nasceu sob a inspiração de Madre Maria Catarina Troiani, nascida em Giuliano de ROMA – Itália em 19 de janeiro de 1813, levada a pia batismal recebeu o nome de Constância Domênica Antônia Troiani. Precocemente dedicou-se a oração e à busca de sua vocação corajosa.
Centenário da Presença das Irmãs Missionárias Franciscanas no Brasil
Desemboque - crônica de um sonho inacabado
O Real Papel da Mulher na Sociedade Globalizada
O Movimento Feminista em Sacramento
Em busca do Tabuleiro
Partimos de Sacramento, num fusca recém reformado capaz de vencer os desafios das estradas de terra maltratadas nessa época de chuvas atípicas em relação aos outros anos pelo excesso.
Aviação no interior
A revista Destaque In procura relacionar suas matérias com a realidade local de Sacramento e região. Na edição anterior a reportagem “Centenário do Vôo do 14 Bis” mostra o pioneirismo do brasileiro na aviação. Anteriormente, nos primeiros números da revista ed. nº 37 jan/fev 2001, registramos a ilustre presença de Santos Dumont na Gruta dos Palhares em Sacramento, tendo inclusive hospedado no Hotel do Comércio em 23 de junho de 1931 um ano antes da sua morte ocorrida em 23 de julho de 1932.
O Andarilho - a existência itinerante
O andarilho tem, na literatura brasileira, precedente ilustre na figura de Rubião, de Quincas Borba (1891), romance de Machado de Assis, e no filme homônimo, de 1986, do cineasta Roberto Santos, nele baseado.
A Colonização da América Espanhola: história de uma conquista violenta
A conquista da América e a sua posterior colonização, foi um empreendimento gigantesco, que sem dúvida alguma mudou os rumos da civilização ocidental. Esta obra, cujas marcas principais estão diretamente relacionadas a expansão marítima e comercial levada a cabo pelos países ibéricos (Portugal e Espanha) no final do século XV, realizou-se com a perda de milhões de vidas e o extermínio completo de muitas civilizações indígenas.
Quero viver muitos anos
Sim, eu quero viver muitos anos mais. Mas não a qualquer preço. Quero viver enquanto estiver acesa, em mim, a capacidade de me comover diante da beleza.
A acomodação diante da beleza tem o nome de “alegria”, mesmo quando as lagrimas escorrem pela face. A alegria e a tristeza são boas amigas. Assim o disse a minha boa amiga Adélia: “A poesia é tão triste. Que é bonito encher os olhos de lágrimas. Por prazer da tristeza eu vivo alegre”.
Minha Primeira Ascensão
Guardo uma recordação indelével das deliciosas sensações de minha primeira tentativa aérea.
Cheguei cedo ao parque de aerostação de Vaugirard, a fim de não perder nenhum dos preparativos. O balão, de uma capacidade de setecentos e cinqüenta metros cúbicos, jazia estendido sobre a grama. A uma ordem do Sr. Lachambre, os operários começaram a enchê-lo de gás.
O fim trágico de um inventor atormentado
No auge de sua criatividade, Santos Dumont foi traído pela saúde. Com menos de 40 anos, já se sentia cansado e envelhecido. “Em 1910, ele começou a sentir os sintomas de uma doença grave, a esclerose múltipla”, conta o biógrafo Henrique Lins. “Seus reflexos ficavam lentos, ele sentia enormes dificuldades para trabalhar, faltava-lhe destreza manual”.
A esclerose múltipla é descrita hoje pelos neurologistas como uma doença auto-imune. Ou seja, por falhas no sistema imunológico, a pessoa produz anticorpos contra seu próprio organismo. Esses anticorpos atacam a mielina, uma espécie de capa que protege as fibras nervosas presentes em todo o sistema nervoso, que conduzem os impulsos elétricos. O mal provoca fraqueza nos braços e pernas, falta de coordenação motora, descontrole urinário e dificuldades visuais. Em cartas para amigos, Santos Dumont escreveu: “Já não tenho controle sobre meus nervos, sou uma pessoa estressada”.
Tem início a Primeira Guerra Mundial (1914 1918) e, como Paris está mobilizada para o esforço de guerra, o brasileiro viaja para Trouville, no sul do país. Lá, é tomado como espião alemão e preso. Após passar uma noite na delegacia, acaba solto pelo governo francês. Mas está arrasado, em estado de choque.
Ao voltar para casa, queima seus arquivos, projetos e diários. Também o deprime ver seu invento usado para bombardear cidades. De volta ao Brasil, tentou morar em Petrópolis, onde construiu uma casinha original, em São Paulo, em Cabangu. Mas não se sentia bem em canto algum.
A doença se tornou mais grave, a depressão aumentou. Desesperado, refugiou-se em um sanatório na Suíça.
Em uma carta de 9 de agosto de 1926, queixou-se a um amigo:
... eu continuo um dia bom outro mal com a tal doença, que não se sabe o que é, mas não desejo para ninguém”.
Em 1928, de volta ao Rio de Janeiro, foi recepcionado, muito a contragosto seu, com uma homenagem na Baía de Guanabara.
Um grupo de professores da Escola Politécnica do Rio e intelectuais embarcaram para o vôo inaugural de um hidroavião batizado com seu nome. Mas o aparelho, ao manobrar em vôo, tocou com a asa na água, espatifou-se, afundou e matou todos os seus tripulantes. Santos Dumont, arrasado, declarou: “Tenho pedido que não voem à minha chegada. Quantas vidas sacrificadas por minha humilde pessoa...”.
Em 1930, ele estava muito pior. No ano seguinte, seu sobrinho, Jorge Dumont Villela, levou-o para descansar em um hotel do Guarujá, no litoral de São paulo. Lá, ele passava o dia brincando com as crianças, na praia, e observando o vôo das gaivotas.
O país estava dividido por uma guerra. São Paulo lutava contra o governo Vargas, no que ficou conhecido como a Revolução Constitucionalista de 1932. Santos Dumont se mortificava ao saber que aviões militares sobrevoavam Santos, bem perto de seu refúgio.
No dia 23 de julho de 1932, o sobrinho deixou momentaneamente o hotel La Plage, onde estavam hospedados. Ao retornar, encontrou Santos Dumont no banheiro do quarto, enforcado com uma gravata.
O governo paulista explorou politicamente a morte do inventor, dizendo que ele havia se matado por desgosto, ao saber que Getúlio estava usando o avião como arma de guerra. Getúlio Vargas, por sua vez, fez divulgar a versão de que o herói havia morrido de forma natural. E proibiu a expedição do atestado de óbito com a causa mortis: suicídio por enforcamento. Santos Dumont tinha acabado de completar 59 anos.
Toca do Bugre "Lugarzinho do café e dos sonhos"
Há vinte e cinco anos, em 1º de dezembro de 1981, surgia a tão conhecida TOCA DO BUGRE. De uma brincadeira entre amigas, surgiu o “lugarzinho do café”... Luciana, Daisy, Neuza e Selma, as quatro amigas que se uniram em busca de uma ocupação.
O centenário do "Camarada Lorotoff"
Jornalista Eduardo Palmério satirizou os costumes burgueses em milhares de artigos na imprensa brasileira
No dia 24 de maio de 2006, o jornalista Eduardo Palmério, o impagável crítico da burguesia paulista e carioca dos anos 40 a 60, completaria 100 anos. Irmão mais velho do escritor Mário Palmério, Eduardo nasceu na cidade de Sacramento, no Triângulo Mineiro, em 1906. No final da década de 1910, mudou-se com a família para Uberaba, o pólo cultural da região, que naqueles tumultuados anos de contendas emancipacionistas era considerada a "Capital do Triângulo".
Maneiras de Morar - O Censo no Final da Idade Média
Recordações da Rua Rui Barbosa
O Beco Sem Saída do Socialismo
Mulher
Dom Hélder Câmara: uma estrela cintilante no século XX
Desprezo pela Cidade
SICCOB CREDICOASA: Luta e abnegação marcam caminhos novos e seguros
Anunciaremos Teu Reino: A História do Padre Zezinho
Ditadura Nunca Mais
Uberaba Rumo à Universidade!
Há um "slogan" que, confesso, se
transformou para mim em verdadeira
obsessão: "RUMO À UNIVERSIDADE!".
Minha Viagem à Índia
A história da pecuária brasileira é uma seqüência do pioneirismo realizado por heróis capazes de sonhar tão grande quanto o país merece e transformar sonhos em realidade. Virmondes Martins Borges é um deles e o artigo que assina, uma de suas últimas mensagens, antes de morrer.
Auguste de Saint-Hilaire
A Casa do Coronel - Av. Muncipal nº 214
A presente matéria comemora o centenário da casa do Cel José Affonso/Ferrúcio Bonatti, ocorrida em setembro de 2004. O resgate promovido por Linda de Melo Crema faz parte do seu trabalho de memória familiar, inclusive as fotos antigas e da última reforma do prédio, ricamente encadernado. Contextualizado pelo arquiteto Carlos Donizete Bertolucci, prof. Carlos Alberto Cerchi e pelo acadêmico em história Alessandro Abdala, autor da diagramação. Fotos de Lester Scalon e do citado acervo da família.
O Coronel José Affonso
Nasceu no dia 13 de janeiro de 1863 na Fazenda Perdizes, município de Araxá.
De sua infância e mocidade tem-se pouca informação; sabe-se porém que não freqüentou escolas, tendo sido alfabetizado pela própria mãe, Rita Maria de Jesus. Seu pai, Antonio Affonso da Silva era agricultor e criador em Perdizes, e manteve os filhos ocupados nos trabalhos da fazenda até o casamento.
